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52 objetos – 4a semana – Sino de vento

O que é? Sino de vento

De onde veio? De Sampa.

Porque foi escolhido? Quando eu me mudei pra cá, minha mãe me deu um outro sino de vento, de golfinhos também – que já foi escolhido porque é meio público e notório que golfinho é um dos meus animais favoritos – que era todo de vidro, lindo. Ele quebrou na segunda mudança de apartamento que tive, minha primeira “casa própria”. Chorei pencas, eu sou assim mesmo, me apego a objetos, ainda mais se foi família ou amigo quem deu. Como infelizmente não sabia dos 52 objetos, não tenho foto do antigo… Rapidinho a mãe foi lá e achou outro , e escolheu escolheu esse também gracioso, para substituir.

Algo mais a dizer sobre o objeto? Assim como o primeiro, esse sino tem as pedrinhas que fazem a luz do Sol refletir na parede formando vários arco-íris no quarto-escritório. Como a janela fica fechada a maior parte do tempo, não se ouve muito o sino, a não ser quando vou abrir ou fechar a cortina. Ele ficou um tempão guardado no armário quando nos mudamos pra nossa primeira, literalmente, casa-própria. Mr. W colocou  cortina errada e não podia abrir ou fechar, então esperamos até os profissionais virem colocar direito pra pendurar. Sempre que tem Sol, meu local de trabalho fica enfeitado com arco-íris e sempre que está calor e abre-se a janela, ouve-se o tintilar do sino, e traz a mãe aqui pra perto!

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Hiberna-não

Sabe quando eu falo que assistir comercial feito no Brasil me dá aquele friozinho na barriga e calorzinho no coração?
Às vezes isso acontece quando vejo um filme, ou comercial que tem a Inglaterra também.
É, pelo jeito o coração dividiu entre os dois países pra valer agora.

E esse final de semana nos deparamos com o novo comercial da Land Rover. Que descreve exatamente porque eu adoro o clima daqui. Mesmo na chuva, no frio, na neve. Dá arrepio toda vez que eu vejo, e não é de frio não ;)

Acho que tem muito a ver com a quantidade de tempo que passamos com o tempo considerado “ruim” sabe? Temos que achar o que fazer pra aproveitar a vida e não ficarmos entocados em casa. O comercial tocou bem nesse ponto, não é porque está frio/chovendo que temos que ficar tristonhos, desanimados ou sem programa pra se divertir!

E um exemplo disso é que decidimos voltar a correr logo depois do ano novo, pico do inverno, e nossa época favorita para correr. Ventinho gelado no rosto, chuvinha nos fazendo sentir vivos.

Hibernação? Hibernar-não!

httpv://www.youtube.com/watch?v=5qmMo9mDgOs

Mr. W me explicou que a frase no final
“Enjoy this grey and pleasant land” – “Aproveite essa terra cinza e encantadora”
é um trocadilho na frase oficial do poema “Jerusalem” de William Blake:
“Enjoy this green and pleasant land” – “Aproveite essa terra verde e encantadora”.

E realmente essa uma terra verde e encantadora.
Infelizmente, esse ano não nevou ainda e a chuva tem pegado pesado, causando muitas perdas de propriedades e infelizmente algumas perdas de vida. Mas isso parece ser inevitável em qualquer lugar desse planeta, e aqui aprendemos a ser calmos, lidar com o que vem pela frente, usar o seguro da casa, lidar com locais que normalmente alagam, e nos preparar para o que vem.

Então os dias têm sido mais cinza do que verdes. Mesmo que com dias de Sol e lindos límpidos céus azuis entre eles.

Nessa terra que ainda é verde e encantadora. Mesmo que os céus estejam cinza. Pelo menos nesse cantinho dela aqui no Sudeste :)

Ainda sobre Jerusalem, o poema foi transformado em música por Sir Hubert Parry em 1916 e tocado pela primeira vez em 1918, durante a Primeira Guerra Mundial em um concerto entitulado “Fight for Right” – “Lute pelo certo” e muitas pessoas ainda pedem que o hino “God Save the Queen” – “Deus preserve a Rainha” seja substituído por ela.

httpv://www.youtube.com/watch?v=lOFHVXE6yWs

“And did those feet in ancient time
E aqueles pés nos tempos remotos
Walk upon England’s mountains green?
Andaram pelos verdes das montanhas da Inglaterra?
And was the holy Lamb of God,
E foi o Cordeiro santo de Deus
On England’s pleasant pastures seen?
Visto nos pastos encantadores da Inglaterra?

And did the Countenance Divine
E o Semblante Divino
Shine forth upon our clouded hills?
Brilhou adiante sobre nossos morros nublados?
And was Jerusalem builded here
E foi Jerusalem construída aqui
Among these dark satanic mills?
No meio desses moinhos escuros diabólicos?*

Bring me my bow of burning gold;
Traga-me meu arco de ouro ardente
Bring me my arrows of desire;
Traga-me minhas flechas de desejo
Bring me my spear; O clouds, unfold!
Traga-me minha lança; Oh nuvens, revelem-se
Bring me my chariot of fire!
Traga-me minha carruagem de fogo!

I will not cease from mental fight,
Não recusarei a Luta Mental**
Nor shall my sword sleep in my hand,
Nem minha espada dormirá em minha mão
Till we have built Jerusalem
Até termos construído Jerusalem
In England’s green and pleasant land.”
Nas terras verdes e encantadoras da Inglaterra

*Os moinhos escuros e diabólicos é uma referência ao poema de Blake, que descreve as condições exploradoras e cheias de fumaça dos moinhos das fábricas da revolução industrial, que começou aqui, sabia?

** A Luta Mental (de acordo com análises na internet) é uma referência a ações sociais, e lutas até que Jerusalém, a utopia da terra prometida, seja contruída, aqui na Inglaterra. Engraçado como realmente é uma das coisas que me chamam a atenção por aqui, mas isso pe assunto para outro post… ;)

Que seja então essa terra verde, cinza e encantadora!

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52 objetos – 3a semana – Cronômetro de ovo

O que é? Não sei bem como chamar, “cronômetro de ovo”? 

De onde veio? Daqui mesmo, se me lembro bem, da lojinha Poundland. Tudo por uma £1!

Onde fica? Na cozinha, na tigela que é dividida entre outras coisas, com tampa de latinha de refrigerante e gelos de plástico.

Porque foi escolhido? Escolhi para tirar foto porque ele é meu amigão. Quem me conhece sabe que não muito cozinheira, apesar de até gostar de vez em quando. Sabe a piada de não saber fazer ovo frito? Pra mim o problema é fazer ovo cozido. Sempre ficava com pressa de ficar pronto logo e sempre parava o processo antes de estar pronto. Depois que peguei meu cronômetro, o ovo nunca mais saiu mole, a não ser que eu assim o quisesse! Olha a prova aqui, no meu almoço de hoje:

Algo mais a dizer sobre o objeto? É uma ideia genial, você ferve a água primeiro, daí coloca na panela antes de jogar  o cronômetro lá. Ao mesmo tempo, coloque o ovo de verdade. Daí vá assistindo conforme o ovo, que antes era todo vermelho, vai ficando branco, de acordo com quão duro você quer que ele fique. Ovo mole na salada nunca mais! :)

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52 objetos – 2a. Semana – Folhinha

 

Ok, o de hoje é meio trapaceado, por mostrar 3 objetos, mas como eles ficam juntos, será que vale colocar na mesma foto/post?  ;))

O que são? Folhinha, Barco a vela, Prendedor

De onde vieram? Folhinha: do shopping aqui da cidade, eles montam uma banca todo Natal pra começar a vender um monte de folhinhas para o ano que vai chegar. Esse ano compramos na promoção depois do Natal. Barco: Ilha bela, compramos na viagem do ano passado. Prendedor: Senão me engano, veio do Tesco (supermercado).

Onde ficam? Na cozinha, do lado da janela.

Porque foram escolhidos? (Ao ler post da Helo explicando o projeto, vi que deveria explicar porque foi escolhido pra tirar foto, mas vou fazer uma mistura no texto entre esse tópico e o próximo, pra deixar mais completo, e pra escrever mais  :> ) Folhinha: Escolhida porque gostamos muito do Banksi. Não só de suas grafites, mas uma vez assistimos uma programação feita por ele e gostamos muito do que ele quis passar para o povo. Fomos pra Bristol – a cidade em que ele nasceu – uma vez e fizemos o roteiro baseado nos seus  grafites (que preciso colocar no blog) e a folhinha nos lembra daqueles dias. Barco: Escolhemos porque Mr. W cresceu junto a um rio, e na adolescência e infância cresceu velejando e em barcos. além de acharmos bonitinho e uma lembrança da viagem, claro! Prendedor: Escolhi porque é colorido, e de plástico. Eles vendem um de pressão aqui também mas peguei esse que é parecido com o brasileiro!

Algo mais a dizer sobre o objeto? Escolhi tirar a foto porque lá se foi a primeira semana de Janeiro (como estão as resoluções por aí?  :P ) Não acho que haja mais temporário em decoração de casa do que folhinha-calendário. É nela que dá pra ver direitinho o passado, presente e futuro. Todos os dias. Tinha que registrar essa, e vou tentar lembrar de mostrar qual a imagem todos os meses. Acabei rabiscando onde é o final de semana, porque a folhinha do ano passado (da nossa viagem à Nova Inglaterra, que tb preciso colocar no blog) tinha uma configuração diferente, de Domingo a Sábado, e estava me deixando confusa! O barco na verdade era um imã de geladeira, mas o imã caiu, quebrou e colocamos com a folhinha pra continuarmos usando. Talvez volte a ser imã um dia, quem sabe? O predendor prende o barco, a folhinha e a lista de compras! Também servia para deixar a folhinha antinga aberta, que era muito grossa para o gancho na parede.

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Terra Brazilis x Terra da Rainha: Natal

Ao recomeçar a troca de emails com uma das melhores amigas, surgiu a pergunta do que eu considero ser Natalino e Ano Novo brasileiro e britânico. E por que não escrever no blog?

Aproveitando que ainda está pertinho das comemorações, e a novela aqui só começou tirar as decorações do cenário agora, vou usar a desculpa pra escrever sobre isso antes que fique tarde demais e se passe mais um ano que não toquei no assunto.

Começando pelo Natal Brasileiro, acho que a primeira coisa que me vem à cabeça é a bagunça. Crianças por todos os lados, incluindo minha época de infância, quando éramos mais de 15 primos esperando Papai Noel chegar ou deixar os presentes enquanto alguns adultos nos levava pra algum outro canto. Também tem que ter conversas cruzadas, falatório alto, gargalhadas, piadas, jogos com cartas e brincadeiras com os pequenos.
De comida, sempre tem o leitão , que meu tio fazia incomparável, na pururuca, e o cheirinho de tempero que me transporta pra mesa grande da Vó Lazinha, com tias preparando a farofa, maionese de batata e arroz branco. Ainda não teve um Natal Brasileiro que eu tenha perdido panetone e pudim de doce de leite de sobremesa. Teve o ano que a Tia Jane fez sorvete de leite moça com calda de chocolate e desde então, uma das tias tinha que fazer isso também, senão tinha reclamação!
Tem muita luz nas casas por todos os lados, competição de qual é a rua mais bonita e fila de carros pras vizinhanças mais iluminadas.
Sempre abrimos os presentes na virada do dia 24 de Dezembro ao dia 25 de Dezembro e me lembro do ano que fomos à missa do galo, mas o costume é mais de deixar a TV ligada com a missa enquanto todo mundo está fazendo outra coisa.
De uma forma ou de outra, mesmo depois de virar gente grande, a tradição continuou, e minha mãe e maninha sempre fazem algo nas mesmas linhas. A quantidade de criança é menor, mas a essência do Natal está sempre presente e é sempre a mesma lá em casa.

No Natal Britânico, as coisas são mais tranquilas. Pra começar não tem criança nem conversas cruzadas. Tudo é mais calmo e tranqüilo.
Quando ficamos por aqui, passamos com os pais de Mr. W, e somos mimados até não poder mais. Ganhamos uma montanha de presentes, e Dona W. começa a preparar os petiscos assim que chegamos. Esse ano fomos pra lá no dia 23 depois do dia de serviço, e ficamos até o dia 28, quando voltamos pra casa pra passar o Ano Novo.
Ela fez o que é típico e não pode faltar no Natal da família W:

Mince Pie: Traduzindo literalmente, quer dizer “Torta Moída”. Apesar de pegar uns estrangeiros desprecavidos achando que é de carne moída (eu também caí na pegadinha quando me mudei pra cá) ela na verdade é uma torta de frutas moídas, de massa que esfarela – me lembra um pouco a massa de empada, só que doce – com recheio de frutas secas, maçã, sebo (a gordura ao redor do lombo ou rim da vaca/boi ou do carneiro/ovelha), frutas cristalizadas, açúcar mascavo, canela e tempero misto. O recheio da futura sogra é feito semanas ou meses antes, e fica curtindo em conhaque em um pote, pronto pra entrar na torta só antes de ser assada. Não sou uma grande fã, mas como um pouco das de Mrs. W, morna e com creme de leite pra deixar mais úmida e misturar com o recheio, fica perfeita!

Não tem igual a da Mrs W. 
Foto: BBCGoodFood

Christmas Pudding: Traduzindo literalmente, quer dizer “Sobremesa de Natal”. Ele é meio que feito com os mesmos ingredientes do Mince Pie, com umas mínimas diferenças, como pão esfarelado. O bolo/pudim é cozido no vapor e no dia de Natal, se coloca fogo nele pra terminar e formar a casquinha. Eu acho o gosto meio amargo, mas com creme de leite fica perfeito e nunca faltou em  Natais Britânicos com Mr.W. Olha o vídeo do fogo aí embaixo :)

httpv://www.youtube.com/watch?v=_iQFto-sOnQ

Batatas assadas na gordura do ganso/pato: Agora isso sim é um favorito meu. Enquanto a ave que será servida no Natal está assando – por horas, aliás – eles vão coletando a “gordura” que sai dela, ou seja, aquele óleo que fica na base da bandeja. Um dos usos que eles fazem, é colocar nas batatas para assar, deixando com uma casquinha crocante enquanto a batata fica fofinha dentro. Apesar de ter dó do bichinho que nasceu e morreu pra gente, pelo menos nada é desperdiçado. Até os ossos são usados pra fazer o caldo que é guardado, junto com a gordura, para receitas do ano inteiro. Se um dia me fizerem um Natal sem essas batatas, eu reclamo no Procon ;)

Goose or Duck fat roasted potatoes
Foto: Channel 4 Food

Linguiça e Bacon: Isso é o que não pode faltar para Mr. W, apesar de já ter sido um favorito meu também, como eu meio que parei de comer carne de porco, também diminuí meu consumo durante o Natal. A ideia é enrolar o bacon na linguiça, o famoso “pigs in a blanket” – porcos em um cobertor – mas na casa dos W. a matriarca não perde tempo enrolando mais, e assa as linguiças e bacon (enrolado) separados e cada um pega o que quer, na quantidade que quer.

Pings in a blanket
Foto: Channel 4 Food

Agora, uma coisa que não pode faltar, mas não é de maneira nenhuma comum, é o pudim de Mr. W., chamado Blamange, é um pudim de maisena com sabor, normalmente morango ou framboesa. Como Mr. W não gosta de nenhuma das sobremesas de Natal, ele acaba fazendo o pudim, e assim foi acostumado desde pequeno, virou tradição!

Normalmente o nosso é na forma de Papai Noel
Foto: Eagles Forum

As luzes de Natal são bem menos em quantidade, mas esse ano até que vi bastante e o pessoal tem começado a se empolgar mais. Muitas pessoas aqui não são cristãs, então é apenas natural que algumas casas não tenham decoração ;) Outras diferenças são que nós só podemos abrir presentes no dia 25, não acontece muita coisa na noite do dia 24, às vezes vamos ver o pessoal cantar músicas de Natal na praça, mas normalmente está chovendo então ficamos vendo TV e conversando com o povo no Brasil pelo Skype. Futura Sogra faz um jantar especialzinho, mas mais porque brasileiros comemoram na noite do dia 24 e ela não quer que passe desapercebido pra mim. Esse ano foi salmão na massa folhada, com legumes.

Salmon in Filo Pastry
Foto: Ocado

Dia 25, acordamos com as meias do Papai Noel cheias de presentes que seriam os presentes “menores” e abrimos antes do almoço. Daí chega a hora da comilança, e dependendo de quando o banquete vai ficar pronto, abrimos os presentes antes ou depois. O panetone (por minha causa também) foi transportado para o café da manhã e sempre comemos um pedaço por dia com o chá inglês ou café com leite.

Nós levamos todos os presentes da sala de jantar para a sala de estar fezendo montes no lugar onde cada um está sentado. E abrimos um de cada vez, mas meio que ao mesmo tempo.

A partir daí, é mais comilança de petiscos – todos reaproveitando os restos da ceia, nada novo é comprado ou começado – e chocolates (normalmente um dos nossos presentes pra eles) e muita TV e conversinha.

Dia 26 é feriado, o famoso boxing day! Que explicarei o que é, junto com como come-moramos o Ano Novo no próximo post.

Espero que tenha matado um pouco da curiosidade   /:)

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52 objetos – 1a. Semana – Bola da árvore de Natal

Estou descaradamente roubando a idéia da minha comadre que fez o 52 objetos o ano passado. Veja bem, não sei de onde ela pegou a idéia dela.Ela por sua vez pegou a idéa lá no blog da Helô.
.
Eu gostei muito de como ela desenrolou o projeto dela, e que melhor semana para começar o meu do que a primeira do ano?
Além de ser uma ótima desculpa pra aparecer por aqui pelo menos uma vez por semana =)

O que é? Bola de Natal

De onde veio? Da caixa de Natal originalmente de Mr W, que não lembra onde comprou.

Porque foi escolhida? Veio no conjunto de coisinhas prateadas, que é uma das cores favoritas dele pro Natal.

Algo mais a dizer sobre o objeto? Um dia quando fui desligar as luzes da árvore, descobri os reflexos sem querer nessa bola que ficou escondida na parte de trás. Foi um momento meio filosófico pra mim já que colocamos todos os enfeites mais bonitos na frente da árvore, e essa bola que é uma mais simples, com remenda de plástico, meio que roubou o show depois que percebi o detalhe. Espiava todos os dias de novo sem saber se conseguiremos repetir a feita no Natal desse ano, e achei que merecia a foto antes de desmontarmos a árvore em breve.

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