Ai ai ai… Tá chegando a hora…

E não, o título do post não é sobre a Copa e a eliminação da querida Inglaterra  :-q

Aos que não se lembram,  lá atrás, há dois anos contei que tinha tido o melhor aniversário da minha vida. Justificando o que acabou tomando conta do meu tempo livre e com o maior prazer, o motivo do blog/twitter/facebook andarem meio às traças.

O relato do aniversário em detalhe ainda está na fila para ser escrito, na fila de tantas coisas que ainda tenho para colocar em dia!

Mas queria e precisava deixar marcado aqui essa data, um mês e um dia* para chegar a hora.

A hora em que não teremos todos os amigos e família que gostaríamos de ter junto com a gente, aqueles que não puderam fazer a jornada, aqueles que se foram antes do dia chegar. Gostaríamos de poder convidar todos aqueles que apertaram nossa mão um dia, que alegraram nosso dia com uma frase de carinho, uma resposta de apoio. Mas teremos aqueles que vão atravessar o Oceano,  aqueles que cabiam no nosso orçamento, os selecionados que durante nossa vida juntos fizeram questão de fazer parte dela, que perguntavam como estávamos quando a nossa peteca caía em perguntar como eles estavam, que fizeram parte de nossa história, assim mesmo que somente mais ligeiramente de perto.

E aqui uso esse espaço para pedir dizer aos que ficaram de fora da lista de convidados, mesmo assim, nunca deixarão de fazer parte da lista de amigos  :x

A hora em que não teremos flores “de verdade” porque é isso que a regra diz que temos que ter. Por diferentes motivos, teremos flores feitas à mão, ou as de “de mentirinha” caçadas nas entranhas  da Internet e das lojinhas de artesanato, ou as duas se encontrando.

Em um mês e um dia*, o planejamento que foi feito (e ainda está) a lápis e borracha por dois anos e pouquinho, as comemorações das grandes e pequenas decisões tomadas, os momentos de angústia enquanto elas ainda eram dúvidas, tudo terá tomado forma, detalhes tão importantes agora se tornarão somente isso, detalhes.

A hora em que não diremos votos e não faremos promessas. Por diferentes motivos, teremos nossa declaração de amor, nossa colcha de retalhos com palavras que têm um significado para nós, as que escolhemos juntos para dizer nesse dia, nossa declaração dentro da lei, nossa mudança de nome, nossas assinaturas que dirão que daqui pra frente seremos marido e esposa um do outro.

*Em um dia, ela chega e tudo vai desacelerar. Mr. W que sabe como me colocar no chão, me acalmar, junto com ela, que sabe priorizar as coisas do tamanho que eles realmente são (acho que pulei a fila do gene, mas tô aprendendo!) vamos todos aproveitar esses últimos dias com muitas coisinhas pra ver, fazer e aproveitar juntas. Essa parte da mãe-filha de cola, tesoura, papel e canetas, que não tivemos desde que fazíamos lição da escola juntas.

Mas sei que pelo menos até um pouquinho depois daqui um mês e um dia, não terei tempo pro blog/twitter/facebook. E por isso o post de hoje.

Daqui umas 3 semanas chega o resto da caravana com ele, para fazermos mais festa, mais bagunça, mais barulho, dividirmos mais amor, mais diferente pontos de vista (pra colocar de um jeitinho educado). E eu não vejo a hora. Não teria metade da alegria e do conforto e apoio sem eles aqui. Fora que sem ele, quem seguraria minha mão, me levaria pelo braço, me apoiaria nessa hora dizendo coisas que só a sabedoria dele pode me dizer?

Mas aguentem as pontas, daqui a pouco eu volto e obrigada para aqueles que continuaram leais mesmo durante esse mês e pouquinho…

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