Warning: strpos() expects parameter 1 to be string, array given in /home/blueb/public_html/sambalele/wp-includes/functions.php on line 5265

Warning: preg_match() expects parameter 2 to be string, array given in /home/blueb/public_html/sambalele/wp-includes/functions.php on line 5274

Warning: substr() expects parameter 1 to be string, array given in /home/blueb/public_html/sambalele/wp-includes/functions.php on line 1726

Feliz 2015!

Uau, por onde começar?
Dois mil e quatorze vai ser um ano difícil de bater. Daqueles que apagam tudo de ruim que aconteceu, e deixam boas marcas na nossa história. Cheio de coisas gostosas, sorrisos compartilhados, desejos realizados. Eu e Mr. W assinamos o papel que trocou nossos nomes em um dia quente de verão, com pingos de chuva pra nos refrescar e rodeados pelas pessoas mais presentes em nossos capítulos.

Mas isso fica para outro dia! Junto com a fila quilométrica de posts para escrever.
Começo o ano de 2015 atrasada, e fora de ordem e daí?
Vou começar com uma das frases que me são entregue todos os dias como inspiração, e será meu sexto mantra.

“Most people are so busy knocking themselves out trying to do everything they think they should do, they never get around to do what they want to do.”
– Kathleen Winsor

” A maioria das pessoas são tão ocupadas se cansando tentando fazer tudo que pensam ser o que deveriam fazer, elas nunca conseguem fazer o que querem fazer “

Recebi em meu email em Novembro do ano passado e como me abriu os olhos! Sou daquelas pessoas que gostam de tudo certinho de tudo como deve ser. Mas pensando mais sobre a frase, também percebi que não existe barreira entre o que quero fazer e o que deveria fazer. Passei, desde Novembro a conciliar os dois e a prestar mais atenção no que eu quero, e a partir desse momento, é o que devo fazer. Simples assim!

E deixei de fazer o que devo, somente porque devo. Me deixando frustrada, me deixando cansada, me deixando infeliz e não realizada. Tem funcionado até agora, e em time que está ganhando não se mexe ;)

O que inclui não ter metas. Não gosto de metas, que no fim do ano me são esquecidas e colocadas na pilha de coisas que falhei fazendo.
O que inclui não ter ordem para posts no blog. Ou ter que ser ativa nas redes sociais. O que me coloca sob pressão de achar mais horas no dia, ou abrir mão do que quero fazer. O que me deixa estressada, e desinteressada em coisas que acontecem na minha vida fora do computador.

O que inclui um monte de coisas que deixaram de ser feitas, e provavelmente muitas mais virão, substituídas por coisas que me deixam feliz, me dão a liberdade de escolher o que, quando e onde fazer.

Incluindo não ter mais regras para meu blog, baseado no que dizem por aí que é o que eu deveria fazer ou deixar de fazer. A começar por esse. Sempre achei que deveria deixar um por assunto, e evitar deixá-lo muito longo.

Pois bem. Quero deixar duas coisas registradas aqui! E o post e texto vai ser longo!
Mas para ajudar a leitura, ainda deixo uma dica :)
Quem não tem tempo ou energia para ler tudo, vá direto ao texto em laranja. Os 5 mantras de Rik Mayall, que adotei para 2015.

Rik Mayall foi um comediante inglês, um dos favoritos de Mr. W, que faleceu no ano passado. Do estilo pastelão e sarcástico, é bem o que chamamos de humor britânico, e não é todo mundo que sacava a dele – para passar um pouco como ele era, deixei o texto completo, para ver mais ainda, clique aqui para ver suas expressões faciais ao discursar.
Em 2008, ele recebeu um doutorado honorário e o texto que me inspirou é a tradução de seu discurso de aceitação do diploma, feita durante a formatura dos graduandos.

Senhoras e senhoras
“Vinte e oito anos atrás, Paul Jackson entrou em uma boate incipiente em Londres chamada Comedy Store e me perguntou se eu gostaria de trabalhar na TV, o que era impressionante na época.
Haviam somente 3 canais, então se você estava na TV, você seria famoso da noite para o dia!
Então eu disse sim , sim, por favor, eu gostaria de estar na televisão e fui até a BBC e lá, no departamento de maquiagem, eu vi a mulher mais linda do Planeta e ela rapidamente se tornou minha amiga, e daí minha melhor amiga, daí minha amante e daí grávida, e daí minha esposa e daí a mãe das minhas 3 crianças.
Então Paul, quero usar essa rara para te agradecer formalmente e publicamente pela minha vida.
E então para a ordem do dia. O doutrado de Rik Mayall.

Senhoras e senhores, isso é extraordinário. É uma honra de tal tamanho. Tal alegria. Tal presente. Tal terrível engano!!

Eu fiz quase todas as coisas em minha vida longa e nojenta, e eu pensei que tinha feito quase tudo disponível a mim, mas eu nunca imaginei em meus sonhos mais impossíveis que algo assim poderia me acontecer.

Eu NÃO sou uma pessoa inteligente, e eu consegui disfarçar esse fato por um longo tempo, e agora vocês laudáveis me pegaram, e aqui estou com todos vocês, CDFs, e sou um homem com nenhuma célula cerebral a mencionar.

Sim, eu passei meus exames em 1967*, e tudo despencou a partir daquele momento. Fui reprovado em 7 Level Os* , fui reprovado meu exame de matemática 3 vezes, e e ganhei um F***-** nos meus ALevels*, F de Falhar, vocês sabem!

Mas mesmo assim, a Universidade de Marchester me admitiu! Baseado em uma entrevista, eles não são do mesmo padrão de vocês claro, eles aceitam qualquer um lá! Mas eu?? D’oh!

Agora, eu não exatamente falhei meu curso em Drama em Machester, eu simplemente não apareci para fazer as provas. Não que eu fosse estúpido demais, mas era bêbado demais e eu estava na cama demais com garotas do curso de Inglês!

Então aqui estou, Rik Mayall, um 11 plus, 3 O Levels e um Doutorado! DOUTOR Rik Myall!

Inacreditável.

Então muito obrigado por sua imaginação e caridade, I-N-a-c-r-e-d-i-t-á-v-e-l!

Mas, as celebrações de hoje, não são para mim, são para vocês, que se esforçaram e trabalharam pesado! Agora é hora de começar a aproveitar sua vida. Esqueçam-se sobre Acadêmica. Vocês fizeram seu a parte pesada!

Comecem a celebrar seu sucesso, e a colher suas recompensas!

Comecem a viver suas vidas por COMPLETO!

No mundo lá fora, real, e sensual, e desagradável! Vamos lá!! Está na hora de desfrutar você mesmo!

Mas espere, em troca desta espantosa generosidade da Universidade de Exeter, deixe-me dar a vocês jovens um presente.

5 mantras para carregar contigo em suas vidas. Eles são meus. E eles têm me ajudado não somente a sobreviver, mas a ser feliz. Agora, lembrem-se disso!

1. Todos os homens são iguais! E com isso em mente, ninguém pode ser genuinamente superior a você.
2. SEU futuro. É SEU para criar. E é tão brilhante como você o criar!
3. Mudança é uma constante da vida. Então nunca NUNCA perca sua sabedoria. Sua saberia que você alimentou em seu tempo na universidade.
4. Se você quiser viver uma vida completa e inteiramente humana, você tem que ser LIVRE! Liberdade é soberamente necessária.
5. Amor é a resposta.

Então esse é meu presente a você. Somente tenha certeza que você leve sempre contigo:

Igualdade, Oportunidade, Sabedoria, Liberdade e Amor. E você vai estar ok. Esses 5 e um pouco de sorte! Então boa sorte!

Aproveitem a vocês mesmo, tenham uma FUCKING good life (uma vida boa pra cacete!)

Boa jornada meus jovens amigos, boa jornada!

E como não levar esses 5 mantras não só para 2015, mas para a vida toda? ^:)^

Bom 2015 meus amigos e boa jornada!

1 clique(s)

Terra Brazilis x Terra da Rainha: Natal

Ao recomeçar a troca de emails com uma das melhores amigas, surgiu a pergunta do que eu considero ser Natalino e Ano Novo brasileiro e britânico. E por que não escrever no blog?

Aproveitando que ainda está pertinho das comemorações, e a novela aqui só começou tirar as decorações do cenário agora, vou usar a desculpa pra escrever sobre isso antes que fique tarde demais e se passe mais um ano que não toquei no assunto.

Começando pelo Natal Brasileiro, acho que a primeira coisa que me vem à cabeça é a bagunça. Crianças por todos os lados, incluindo minha época de infância, quando éramos mais de 15 primos esperando Papai Noel chegar ou deixar os presentes enquanto alguns adultos nos levava pra algum outro canto. Também tem que ter conversas cruzadas, falatório alto, gargalhadas, piadas, jogos com cartas e brincadeiras com os pequenos.
De comida, sempre tem o leitão , que meu tio fazia incomparável, na pururuca, e o cheirinho de tempero que me transporta pra mesa grande da Vó Lazinha, com tias preparando a farofa, maionese de batata e arroz branco. Ainda não teve um Natal Brasileiro que eu tenha perdido panetone e pudim de doce de leite de sobremesa. Teve o ano que a Tia Jane fez sorvete de leite moça com calda de chocolate e desde então, uma das tias tinha que fazer isso também, senão tinha reclamação!
Tem muita luz nas casas por todos os lados, competição de qual é a rua mais bonita e fila de carros pras vizinhanças mais iluminadas.
Sempre abrimos os presentes na virada do dia 24 de Dezembro ao dia 25 de Dezembro e me lembro do ano que fomos à missa do galo, mas o costume é mais de deixar a TV ligada com a missa enquanto todo mundo está fazendo outra coisa.
De uma forma ou de outra, mesmo depois de virar gente grande, a tradição continuou, e minha mãe e maninha sempre fazem algo nas mesmas linhas. A quantidade de criança é menor, mas a essência do Natal está sempre presente e é sempre a mesma lá em casa.

No Natal Britânico, as coisas são mais tranquilas. Pra começar não tem criança nem conversas cruzadas. Tudo é mais calmo e tranqüilo.
Quando ficamos por aqui, passamos com os pais de Mr. W, e somos mimados até não poder mais. Ganhamos uma montanha de presentes, e Dona W. começa a preparar os petiscos assim que chegamos. Esse ano fomos pra lá no dia 23 depois do dia de serviço, e ficamos até o dia 28, quando voltamos pra casa pra passar o Ano Novo.
Ela fez o que é típico e não pode faltar no Natal da família W:

Mince Pie: Traduzindo literalmente, quer dizer “Torta Moída”. Apesar de pegar uns estrangeiros desprecavidos achando que é de carne moída (eu também caí na pegadinha quando me mudei pra cá) ela na verdade é uma torta de frutas moídas, de massa que esfarela – me lembra um pouco a massa de empada, só que doce – com recheio de frutas secas, maçã, sebo (a gordura ao redor do lombo ou rim da vaca/boi ou do carneiro/ovelha), frutas cristalizadas, açúcar mascavo, canela e tempero misto. O recheio da futura sogra é feito semanas ou meses antes, e fica curtindo em conhaque em um pote, pronto pra entrar na torta só antes de ser assada. Não sou uma grande fã, mas como um pouco das de Mrs. W, morna e com creme de leite pra deixar mais úmida e misturar com o recheio, fica perfeita!

Não tem igual a da Mrs W. 
Foto: BBCGoodFood

Christmas Pudding: Traduzindo literalmente, quer dizer “Sobremesa de Natal”. Ele é meio que feito com os mesmos ingredientes do Mince Pie, com umas mínimas diferenças, como pão esfarelado. O bolo/pudim é cozido no vapor e no dia de Natal, se coloca fogo nele pra terminar e formar a casquinha. Eu acho o gosto meio amargo, mas com creme de leite fica perfeito e nunca faltou em  Natais Britânicos com Mr.W. Olha o vídeo do fogo aí embaixo :)

httpv://www.youtube.com/watch?v=_iQFto-sOnQ

Batatas assadas na gordura do ganso/pato: Agora isso sim é um favorito meu. Enquanto a ave que será servida no Natal está assando – por horas, aliás – eles vão coletando a “gordura” que sai dela, ou seja, aquele óleo que fica na base da bandeja. Um dos usos que eles fazem, é colocar nas batatas para assar, deixando com uma casquinha crocante enquanto a batata fica fofinha dentro. Apesar de ter dó do bichinho que nasceu e morreu pra gente, pelo menos nada é desperdiçado. Até os ossos são usados pra fazer o caldo que é guardado, junto com a gordura, para receitas do ano inteiro. Se um dia me fizerem um Natal sem essas batatas, eu reclamo no Procon ;)

Goose or Duck fat roasted potatoes
Foto: Channel 4 Food

Linguiça e Bacon: Isso é o que não pode faltar para Mr. W, apesar de já ter sido um favorito meu também, como eu meio que parei de comer carne de porco, também diminuí meu consumo durante o Natal. A ideia é enrolar o bacon na linguiça, o famoso “pigs in a blanket” – porcos em um cobertor – mas na casa dos W. a matriarca não perde tempo enrolando mais, e assa as linguiças e bacon (enrolado) separados e cada um pega o que quer, na quantidade que quer.

Pings in a blanket
Foto: Channel 4 Food

Agora, uma coisa que não pode faltar, mas não é de maneira nenhuma comum, é o pudim de Mr. W., chamado Blamange, é um pudim de maisena com sabor, normalmente morango ou framboesa. Como Mr. W não gosta de nenhuma das sobremesas de Natal, ele acaba fazendo o pudim, e assim foi acostumado desde pequeno, virou tradição!

Normalmente o nosso é na forma de Papai Noel
Foto: Eagles Forum

As luzes de Natal são bem menos em quantidade, mas esse ano até que vi bastante e o pessoal tem começado a se empolgar mais. Muitas pessoas aqui não são cristãs, então é apenas natural que algumas casas não tenham decoração ;) Outras diferenças são que nós só podemos abrir presentes no dia 25, não acontece muita coisa na noite do dia 24, às vezes vamos ver o pessoal cantar músicas de Natal na praça, mas normalmente está chovendo então ficamos vendo TV e conversando com o povo no Brasil pelo Skype. Futura Sogra faz um jantar especialzinho, mas mais porque brasileiros comemoram na noite do dia 24 e ela não quer que passe desapercebido pra mim. Esse ano foi salmão na massa folhada, com legumes.

Salmon in Filo Pastry
Foto: Ocado

Dia 25, acordamos com as meias do Papai Noel cheias de presentes que seriam os presentes “menores” e abrimos antes do almoço. Daí chega a hora da comilança, e dependendo de quando o banquete vai ficar pronto, abrimos os presentes antes ou depois. O panetone (por minha causa também) foi transportado para o café da manhã e sempre comemos um pedaço por dia com o chá inglês ou café com leite.

Nós levamos todos os presentes da sala de jantar para a sala de estar fezendo montes no lugar onde cada um está sentado. E abrimos um de cada vez, mas meio que ao mesmo tempo.

A partir daí, é mais comilança de petiscos – todos reaproveitando os restos da ceia, nada novo é comprado ou começado – e chocolates (normalmente um dos nossos presentes pra eles) e muita TV e conversinha.

Dia 26 é feriado, o famoso boxing day! Que explicarei o que é, junto com como come-moramos o Ano Novo no próximo post.

Espero que tenha matado um pouco da curiosidade   /:)

1 clique(s)

Mais um ano que passou…

Ok ok, então estou mais pra filha pródiga do blog do que mãe orgulhosa. Mas se tem uma coisa que eu tento não deixar passar é o post de ano novo.

No ano passado confessei de não gostar de Anos Novos, mas que algo me puxa a contemplar o que passou, olhar para trás e focar no que vem pela frente.

Continuando a tradição, aqui vai então a restrospectiva e a comemoração de que estive nessa Terra por mais um ano!

 

Dois mil e treze começou com um sentimento esquisito. Anos ímpares sempre me deixam meio inquieta, meio suspeitade que o ano vai ser capenga. Mas eu sabia que seria um ano de planejamento daqueles que parecem ser direto da frase “A vida é o que acontece enquanto se está fazendo planos”. De alguma maneira os planos foram também o que fizeram a vida acontecer nesse ano que passou. Aproveitamos cada opção, cada decisão, cada passo riscado da lista.

Foi um ano de coisas boas. O presente do nascimento e batizado da dona B. foi um dos destaques, com certeza, e incomparável com qualquer outro momento do ano.

Mas houveram outros destaques também. Fomos para o Brasil no estilo família-unida-jamais-será-vencida. Mr. W chegou com mais duas pessoinhas a tira-colo e com família W. fomos na passarela ver o Carnaval desfilar no Anhembi, cachoeiras em Brotas, bandinha tocando na praça na parada rápida em Poços de Caldas, orelhão em formato de papagaio em São Lourenço. Queimamos os pés na areia de Copacabana, descansamos nas águas de Angra, passamos calor e queda de força em Paraty. Uma viagem que deixou muita história pra contar.

Teve Fórmula 1 em Mônaco. Dessas viagens que a gente nunca acredita que vai fazer. Mas Mr. W mais uma vez me surpreendeu (essa era a segunda grande surpresa do meu aniversário!) e foi uma viagem melhor do que jamais teria sonhado.

Mais uma vez a afilhadona Dona G. e minha mãe vieram passar as férias de Julho conosco. Dessa vez o mimo foi pra mãe, fomos pra Maastritch assistir o ídolo Andre Rieu, com paradinha em Amsterdam na volta. Teve piscina no quintal, e passeios baseados nos planos pro grande acontecimento de 2014 :) Uma delícia tê-la participando disso juntinho e ajudando com as difíceis decisões.

Teve casamento em Jersey de uma ex-chefe-que-se-tornou-amiga, com passeios a pé pela ilha charmosa, e festa até meia-noite.

Dois mil e treze foi um ano em que não perdemos ninguém e por isso sou muito grata. Todos com saúde e proteção.

O ano trouxe novos bebês, além de Dona B. chegou ao mundo Dona A. filhinha da amigona LdM., que sempre dá um jeitinho de nos ver, em qualquer lugar do globo que estivermos. Também teve Dona G, segunda filha de R. que é uma das melhores amigas desde o colegial. Completando o berçário, teve mais uma menina! Dona F. filha de L., uma das amigas que veio na bagagem de amigos de Mr. W.

No serviço houveram decepções, mas houveram muitos elogios e reconhecimentos. Não dá pra reclamar. Ganhei no Euromillions, mas no máximo £10, o que é melhor do que nada  $-)

Entre altos e baixos, perdi 8 quilos, o que é uma surpresa que só fui ver quando conferi os números pra colocar aqui no blog. Surpresona, me parecia que tinha sido menos, mas estou muito feliz com o progresso. Foi uma mistura de exercícios, e reeducação alimentar. Nenhuma dica, truque ou dieta maluca.

Na vida virtual, foi mais um ano em branco. Devo escrever um post sobre isso especificamente, mas vamos dizer que um medinho misturado com preguiça de voltar, foram responsáveis. Se volto esse ano? Quem sabe? Acho que teremos que esperar até a retrospectiva de 2014 pra ter certeza!  :P Mas confesso que sempre penso naqueles que só mantém contato virtualmente,e às vezes sinto falta da interatividade.

No mais, tudo ótimo e tudo calmo. Do jeitinho que eu gosto.

Continuo com a única meta ser a de me concentrar nas idéias de 2011.  A de ser a mudança que quero no mundo.

De inspiração para o ano, escolho dessa vez somente uma frase, a que recebi como inspiração hoje de manhã:

“The art of living lies less in eliminating our troubles than in growing with them.”
– Bernard Baruch
“A arte de viver está menos em eliminar nossos problemas do que em crescer com eles”

 

E repito o que disse o ano passado, já que ainda é verdade:

Nenhum ano novo é completamente  só feliz. Nem que seja algum mequetrefe que te feche no farol, sempre vai ter alguns momentos do ano em que a cobra vai fumar, e vão ter anos que vão ser apáticos, em que nada demais vai acontecer. Então eu desejo um ano forte pra você.

Forte, pra você ter muita saúde.
Forte pra você se proteger de qualquer violência e qualquer tragédia.
Forte pra se e quando você tiver momentos tristes, nervosos, ansiosos, negativos, você tenha força de saltar os obstáculos.
Forte mentalmente, e que tenha a sabedoria de reconhecer o que te faz feliz e aproveite esses momentos com muita alegria, sempre!

0 clique(s)

Começando pelo final II

… e para continuar o assunto onde parei por “um minuto de silêncio”, e depois dos desejos de Ano Novo (que sempre me deixam meio cabisbaixa) chegou a época do ano que começo a tomar gás de novo. Vamos lá pro Ano Novo de 2012.

[AFG_gallery id=’7′]
Muita saudade de tudo isso…  8-|
Mas vamos ver se o blog engata a segunda marcha agora e se logo logo chego no mesmo dia que a folhinha está mostrando ;)

1 clique(s)

Um forte 2013 pra nós todos

E vam’bora pro clichê?
O clichê do ano novo é um dos mais fortes de resistir, e mesmo sendo do contra, eu gosto da tradição de olhar pro ano que passou, e ver o que aconteceu. Mas sendo boa do contra que sou, adoro o fim de ano e detesto o ano novo.

Então, indo de contra do que mãe e pai me ensinaram, vou começar pelo o que eu gosto primeiro, revisando o que aconteceu. Acho que gosto mais por ser algo não me reserva mais nada, que eu lidei, que passou. Surpresas vieram e se foram, coisas boas, ruins, alegres e tristes aconteceram e pronto, mais um capítulo da vida que se fechou. E é gostoso ver como eu lidei com tudo isso.

Começando pela filosofia do ano passado, que lembrem-se substitui as comuns metas de ano novo, acho que tive sucesso. A idéia era evitar brigas, picuinhas, discussões. Muitas vezes durante 2012, respirei fundo, deixei de brigar e parei de procurar discussões. Confesso que me distanciar de certos lugares (virtuais e reais) ajudaram. Meio que estabeleci pessoas bacanas que quero ao meu redor, que me fazem bem, e as com quais havia um atrito, foram deixadas meio de lado.

Foi um ano com viagens gostosas novamente, pra Paris, pros Estados Unidos, Islândia, pra França e várias viagens de final de semana, não a passeio, mas preparando para o grande acontecimento de 2014 :-D . Ainda mais gostoso, teve mãe e sobrinha vindo pra cá, e nós todos indo pra Euro Disney.

Dois mil e doze foi um ano que também viu bebês nascendo como lindo Ângelo da amiga Fernanda França, e Menino P., meu sobrinho caçulinha. Trazendo muita felicidade e esperança em nossas vidas! Foi um ano com uma surpresa deliciosa no meu aniversário, e uma surpresa tristonha para fechar o ano. A perda de Grandma B. sempre será uma macha no ano de 2012. Foi um ano corrido com o trabalho, passando por reformulações,  com as aulas de piano e canto, indo encontrar garotas legais para uma jantinha jogando conversa fora, telefonando para a família linda e onde sobrou pouco tempo para espremer para o blog, twitter e facebook.

Essa falta de tempo me ajudou muito em minha auto-análise, me ajudou a separar (mais uma vez) quem é amigo, quem é troca de idéias (positivas ou negativas), quem é bacana de encontrar e bater papo, quem se importa comigo – e pra todos os pontos anteriores – vice e versa, como é que as outras pessoas me percebem. Isso fez muita diferença na minha sanidade mental, e me proporcionou  melhor qualidade de vida.

Sempre difícil escrever mil maravilhas sobre um ano quando temos perdas, então fica o saldo de um ano que teve dias mais felizes que tristes, mais notícias boas que ruins, e não posso choramingar muito sobre ele não é mesmo?

E como boa do contra, eu não gosto de Ano Novo. Adoro quando fevereiro chega e o Ano novo não é mais novo. Quando é só o ano.

Ano Novo é sinal do desconhecido pra mim. Sei que como boa Pollyana, deveria adorar tudo de bom que o ano poderia trazer, mas eu sempre fui meio suspeita de anos novos. Tenho uma ansiedade de saber, o ano vai ser bom? Vai ser ruim? Alguém vai morrer? Ora, não quero que ninguém se vá nesse -ou em qualquer outro – ano! Vou ser promovida? Vou ser despedida? Vou ganhar no Euromillions? Vou ter muito stress? Vai ser tranqüilo? Meus amigos não vão embora? Vou perder alguma amizade? Vou conhecer alguém novo?

Nunca me lembro de ter sido animada com a promessa do ano novo. Por isso eu não tenho metas para o ano. Esse ano não  quero nem ter uma idéia ou filosofia. Mas vou me concentrar nas idéias de 2011 o que me parece uma boa, a de ser a mudança que quero no mundo.

Se bater a preguiça pra ir ver o vídeo post-it lá, veja aqui!


 

Sempre achei que desejar feliz ano novo é meio vazio. Nenhum ano novo é completamente  só feliz. Nem que seja algum mequetrefe que te feche no farol, sempre vai ter alguns momentos do ano em que a cobra vai fumar, e vão ter anos que vão ser apáticos, em que nada demais vai acontecer. Então eu desejo um ano forte pra você.

Forte, pra você ter muita saúde.
Forte pra você se proteger de qualquer violência e qualquer tragédia.
Forte pra se e quando você tiver momentos tristes, nervosos, ansiosos, negativos, você tenha força de saltar os obstáculos.
Forte mentalmente, e que tenha a sabedoria de reconhecer o que te faz feliz e aproveite esses momentos com muita alegria, sempre!

0 clique(s)

Quando quero acreditar mais no que acredito

 E semana passada quando a vida estava começando a entrar nos eixos novamente depois de tanta coisa boa acontecendo, a dar uma acalmada, fomos pegos meio de surpresa com a partida da Grandma B. Avó materna de Mr. W, ela teve um derrame na semana anterior e foi-se assim, em paz, após ter dito seus adeuses.

Mr.W e sua mãe estão bem, eles sempre lidam muito melhor com partidas do que eu jamais vi alguém lidar no Brasil. Existe uma tranqülidade, um reconhecimento de que ela não sofreu, de que viveu uma vida boa,  existe aquele sentimento de que aproveitaram o melhor da vida com ela, e de que não houveram arrependimentos ou pendências.

Eu chorei, e ainda tenho que segurar as lágrimas de rolarem, mas por saudade, por aquela dorzinha no peito de que ela não vai estar na data mais importante de nossas vidas. Eu sim tenho o sentimento de que gostaria de ter aproveitado mais a sua compania, ter dividido mais jantares de Natal, de aniversário, de dia das mães, de mais passeios à fazendinha (assim como fizemos quando minha mãe e Dona G.)… Grandma B.  morou boa parte de sua vida lá em Cumbria, na região dos Lagos. Horas e horas dirigindo ou no trem nos fez só irmos lá uma vez antes de ela ter sido forçada a se mudar pro Sul esse ano depois que a caridade de cuida de idosos  fechar a casa em que morava (foi lá que tirei a foto do post). A mudança nos proporcionou aproveitar mais a sua presença. Eu sempre que podia a visitava com a mãe do Mr. W, nem que fôsse pra tomar um chá e comer uns biscoitos. Da última vez que a vimos consciente e conversamos, me recusei a responder aos goodbyes que ela insistia em nos dar. Eu na minha ignorância jovem, tentei ser positiva dizendo que ela ia ainda nos dizer muitos goodbyes e que nós queríamos ela presente no que ainda viria pro nosso futuro.

A ligação dizendo que deveríamos ir ao hospital veio duas semanas depois dessa visita e só 6 semanas depois que a vimos forte, saudável e contente. Pegamos ela em 10 minutos conscientes em que ela confirmou saber que estávamos lá, e mesmo com uma pontinha de esperança de que ela iria se recuperar, disse meu adeus mental e pedi que ela somente fôsse poupada de qualquer sofrimento em nome de nosso egoísmo.

Dois dias depois, ela partiu. E no dia em que faleceu aconteceram coisas que para céticos seriam somente coincidências.

Exatamente na hora que ela se foi, às 3:15 da manhã, nosso alarme começou a disparar sem nenhuma explicação, o que nos fez acordar e ver a hora que era. E não é como se o alarme disparasse todo dia no meio da noite sem explicação. O que aconteceu foi que a pilha do controle acabou, e durante os dois anos que usamos o sistema isso nunca aconteceu.

Quando a mãe de Mr. W estava revisando os pertences de Grandma B., uma cartinha caiu do folheto-guia de caminhada da região dos lagos. Era uma declaração que Grandma B. tinha escrito antes de se mudar pro Sul, dizendo que enquanto ela estava de mente-sã, gostaria de dizer que não queria ser mantida por aparelhos quando a hora chegasse, que não queria morar nem com a filha nem com o filho, por mais que dissesse ou sugerisse isso no futuro. Isso era uma das coisas que estava incomodando a mãe de Mr. W, aquela culpazinha de que poderia ter feito algo melhor. E foi essa cartinha que lhe trouxe a paz.

E são esses e outros fatos em minha vida que me fazem acreditar que “existem mais coisas entre o céu e a Terra do que sonha a nossa vã filosofia” e é nessa hora que quero acreditar ainda mais no que acredito.

O nosso adeus vai ser durante o funeral e cremação na semana que vem. Aqui a burocracia e cultura significa que nos despedimos muito depois do que aconteceria no Brasil. Mas o nó na garganta estava grande, e fica aqui no blog o meu adeus, que dificilmente conseguirei dar em voz alta em qualquer dia.

Vai em paz Grandma B. Obrigada por tudo que você nos deu. Das lembranças, os presentes, os ensinamentos. Os sorrisos, os desafios, os abraços e o carinho. Quero acreditar que quando disse de que estará em espiríto com a gente no nosso futuro de agora em diante, seja verdade. A velhice que você tanto detestava agora acabou. Espero um dia te encontrar de novo, mas mesmo que não seja verdade, que a energia que você deixou pra trás saiba o quanto era amada e admirada.

Adeus Grandma B.

1 clique(s)

Apareceu a margarida! Ano novo, mês novo, post novo

E o problema é saber por onde começar a conversa depois de tanto tempo sem aparecer por essas bandas.
Parei no tema sobre os introvertidos e pretendo continuar com a minha impressão sobre os ingleses, mas não adianta ficar regurgitando sobre o que escrever, a força do clichê de ter que fazer a retrospectiva do ano anterior e de tentar enxergar o que vem pela frente é maior do que todas outras caraminholas agitadas querendo sair da cabeça pro blog.

E o que 2011 teve de bom?

  • Viajei em qualquer oportunidade possível
    • Brasil, o que sempre faz qualquer ano ficar infinitamente melhor , e pra ser melhor ainda, fui duas vezes!  :)
    • Bélgica
    • Sorrento & Pompéia & Capri
    • Bristol
    • Região dos Lagos (por aqui mesmo)
  • Comecei a dieta, e apesar de não ter atingido a meta, consegui manter a balança em um nível razoável.
  • Noites foram ocupadas com as aulas de teclado, canto e golfe.
  • E mais noites ainda ocupadas com a academia.
  • Bebê Arthur fofo, filha de minha prima, chegou chegando pra amenizar a quantidade de meninas na família  <):)
  • Muitos finais de semana que não paramos em casa, saracoteando por aí, vendo pessoas queridas de longa data e conhecendo novas figurinhas.
  • Mais finais de semana vendo Chelsea jogando em Stamford Bridge.
  • E até um final de semana vendo futebol americano em Wembley e outro na Fórmula 1 em Silverstone  \:D/
  • Muitas noites indo em shows \\m/ :
    • Red Hot Chilli Peppers
    • Evanescence
    • Terrorvision
    • Gravação do programa de TV “Never Mind the Buzzcocks”
  • Consegui priorizar minha vida virtual (leia-se Twitter, Facebook e blogs) x vida real. A virtual acabou perdendo território, mas confesso, valeu a pena.
  • No trabalho, progresso de vento em popa.
  • Voltei a bordar ponto cruz, depois de ter abandonado o hobby há uns 5-6 anos.
  • Muitos dias de trabalho ajudando uma amiga-irmã a cuidar da filhota durante o dia.
  • Não perdi ninguém querido, todos passaram mais um ano conosco com saúde e segurança, e não é esse o melhor motivo de comemoração no final do ano?

E essa lista também serve pra justificar o porque do blog estar um tanto abandonado, jogado às traças. A vida foi ocupada, de uma forma deliciosa, e o tempo para parar pra escrever ficou um pouco de lado. Mas nunca esquecido.

Em 2012 tenho certeza que vou sentir saudades das amigas que se mandaram da ilha pra outros cantos do mundo, das tardes ajudando dona M. cuidar de baby V. e dos passeios de finais de semana sem motivo de serem, só por que não temos mais nada pra fazer.

Mas 2012 tem muitas promessas também. As férias já estão todas planejadas e quase toda comprada. Cinco lugares novos serão conhecidos e dois lugares revisitados. Vão ter visitas muto especiais chegando em Julho, e olimpíadas e para-olimpíadas em Agosto. Encontros mensais com novas figurinhas prometem boas risadas, desabafos e até umas discussões acirradas em mesas de restaurante. O que já é mais que suficiente para me manter animada pelo ano que vem pela frente!  :-bd

E como já foi costume o ano passado, esse ano não tem metas, mas uma filosofia.

Ano passado consegui insistir em ser a mudança que quero no mundo. Mas ainda parei em muitos obstáculos e muitas horas em que o sangue ferveu e acabei me deixando levar por picuinhas e momentos de baixa auto-estima, o que sempre nos deixa defensivos.

Na missa de Ano Novo no Guarujá, o padre rezou a oração de São Francisco, que quero sempre me lembrar, junto com a frase do ano passado, e tentar ser uma pessoa melhor, com menos arrependimentos e mais tranqüilidade, começando por esse ano.

E eu acho que mesmo quem não é religioso, pode usar de seus dizeres, e assim evitar conflitos, brigas e argumentos denecessários .

Como de costume, as partes em destaque são as que são as mais complicadas pra eu mudar meu jeito de ser, e que preciso abrir mais os olhos durante o ano pela frente. E, vai, isso vindo de uma mulher com sangue nos olhos quando cutucada na ferida, é meta suficiente pra um ano inteiro!   :-D

Oração de São Francisco de Assis

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

Podem puxar a minha orelha quando se eu fugir da meta, seja na vida real ou virtual hein?

E pra vocês leitores, que seu ano seja recheado de coisas boas e muita força para os momentos difíceis. Que seja rodeado de saúde e paz.
Que venha 2012 com o que nos tem reservado! Carpe Diem  :o)

0 clique(s)

Chomp! Peixe com alcachofra e Biscoitos de pasta de amendoim

Domingo passado passei o dia de um jeito favorito, com a barriga no fogão. Cozinhando guloseimas pra semana, já que estou retomando meu projeto de perda de peso que foi interrompido na viagem pro Brasil em Abril.

Desde então teve Itália e Bélgica e várias escapolidas, e eu até tentei ir só na base de comer comidas rotuladas como mais light ou do vigilantes do peso e adicionar a academia, mas para minha surpresa, engordei! Então começo de novo a dieta South Beach, que já comentei quando dei a receita do Muffin aqui. Infelizmente ganhei peso de novo, e agora voltei pra uma meta de perder 11Kg, dos quais seria bacana perder 5 até Dezembro, vamos ver se rola. Tenho um outro blog que serve mais como diário do que estou comendo e como estou me exercitando e o progresso da dieta, quem não tiver ainda e quiser, só me pedir aí nos comentários.

Domingo cozinhei muffins (uma receita diferente da outra), biscoitos de pasta de amendoim, waffles e um cheesecake. Tudo sem farinha branca e sem açúcar. Por hoje, vou dividir hoje a receita dos biscoitos e de um peixe que fizemos a semana passada, super simples e rápido, foi ideal pro almoço!

Ambas Receitas do Livro South Beach – Receitas Fáceis e Rápidas (mas essa versão daqui) .

Peixe com alcachofra

Por porção (excluindo a salada) : 250 cal.
Nice and light
Nice and light

Bonito até mesmo antes de cozinhar

Nice and light
Nice and light

E mais bonito ainda no prato

O que precisa?

Para 4 porções

750 Gramas de lombo de bacalhau (ou qq peixe branco)

1,5 colher de sopa de azeite de oliva

1 colher de manjericão seco

300 gramas de alcachofra em conserva (no óleo mesmo)

Como faz?

Pré-aqueça o forno em 230 graus (fogo alto!). Coloque o bacalhau em uma forma ou travessa, pincele com o óleo de oliva, espalhe o manjericão e tempere com sal e pimenta do reino a gosto. Coloque os pedaços de alcachofra ao redor do peixe e regue com o líquido da conserva (eu usei um garfo pra fazer isso pra não ir muito óleo). Asse até o peixe ficar opaco e se desfaça com o garfo, entre 12 e 14 minutes. Tire do forno e sirva ainda quente.

Servi com uma saladinha bem temperada e as alcachofras ficam torradinhas, de dar água na boca!!

Biscoito de pasta de amendoim (sem farinha branca e sem açúcar)

Por porção de 2: 140 cal.

peanutbuttercookies
peanutbuttercookies
O que precisa?

Para 24 biscoitos

180 mL de adoçante em pó

1 ovo grande

1 colher de chá de essência de baunilha

240 mL (ou 6 colheres de sopa) de pasta de amendoim sem sal e sem açucar, se possível sem óleo de palma ou qq outra gordura adicionada artificialmente

1 colher de chá de fermento

Geléia diet para a cobertura.

Como faz?

Pré-aqueça o forno em 180 graus (fogo médio-alto!). Cubra uma travessa rasa com papel vegetal manteiga (aquele específico pra cozinhar, alguém tem um nome melhor em português? :-/  ).

Bata na intensidade média (ou use o mix) o adoçante, ovo e essência de baunilha. Até você perceber que está cremoso. Adicione a pasta de amendoim e o fermento. Bata de novo até você perceber que está tudo misturado, uns 30 segundos. (Fica que nem na primeira foto aí do lado).  Faça bolinhas (com 2 colheres de chá da massa) com a mão pressionando bem forte – eu também aperto a massa na tigela onde bati os igredientes, fica mais fácil. Coloque as bolinhas na forma, e faça os furinhos com o cabo de uma colherzinha. Coloque a geléia nos furinhos. Asse por 12 a 14 minutes, até que você consiga ver que a base dos biscoitos estão mais marrom. Não se preocupe se estiver “espumando” como na foto com a setinha, é normal! Coloque em uma grade para esfriar.

Depois só colocar em algum lugar com cuidado, eles são bem delicados e se desfazem fácil. Na dieta, só pode porção de 2 por dia, mas é difícil conter viu? (Tenho comido 3 quando faço exercício, um de prêmio! =P~ )

NomNomPeanom
NomNomPeanom

Até Mr. W que detesta pasta de amendoim lambe os dedos depois dos biscoitos.

Como de costume, me avisem se tentarem ou se precisarem de alguma coisa que não ficou claro :)

0 clique(s)

Li e aprendi: Foi apenas um sonho

Revolutionary Road
Revolutionary Road
Ok, tô devendo o relato da viagem pra Sorrento, mas enquanto não dá tempo, fica o relatório do livro que li (aliás praticamente engoli) durante os 5 dias de férias ouvindo o barulhinho do mar e fugindo do Sol :)

Primeiro o resumo de livrarias, pra saber sobre o que a história fala: Foi apenas um sonho (Richard Yates) conta a história de Frank e April Wheeler, um casal talentoso e jovem que, acredita ter toda a vida diante de si e que o sucesso há de chegar a qualquer momento. Mas, à medida que os anos passam, eles vão mergulhando num mundo de intrigas e frustrações, e só uma grande guinada poderá alterar seu destino. Em 2009, chegou às telas do cinema, com Leonardo DiCaprio e Kate Winslet como protagonistas.

Em que língua eu li? Na original, em inglês. O título original? Revolutionary Road (não gostei do título português, teria deixado como o nome da rua onde moravam mesmo).

A experiência da leitura: Na verdade o fato de que o livro virou um filme tão bem criticado, me deixou curiosa. Sempre gosto de ler os livros antes de ver o filme, e quando vi esse na baciada para comprar por £5 peguei sem nem pensar. A Katie é uma das minhas atrizes (e celebridades) favoritas, a Qris assistiu o filme e disse que era bom, não podia deixar passar.  Mas confesso que saber como os personagens se parecem antes de ler o livro tira um pouco a graça e às vezes até me irritou. Ou acabava indo e voltando enquanto imaginava o que lia entre os personagens que criei na cabeça e os atores do filme (ainda bem que só sabia os principais).

Tirando isso, o livro começa devagar, até meio tedioso. Tive que me forçar a continuar, afinal um texto com tantas aclamações não poderia ser tão moroso. E valeu muito a pena. A história começou a me envolver, e as emoções que os personagens viviam mexiam comigo também. Apertos no coração, nó na garganta, e uma identificação de que qualquer um poderia estar na pele deles.

O livro é realmente MUITO bem escrito, os conflitos e revoltas dos anos 50 tão atuais ainda no segundo milênio, me impressionaram mas me deixaram meio deseperançosa, não aprendemos *nada* durante todo esse tempo? Mas conforme ia lendo o livro, também me peguei percebendo que muitas coisas mudaram, muitos preconceitos caíram e a esperança foi reinstaurada :-D

Me identifiquei e identifiquei tantas outras pessoas ao meu redor com Frank e April e seus idealismos… Com essa vontade enorme de querer mudar o mundo. Com o amor tão grande que vai e volta, cresce e diminui e cresce… Com tanta gente que dá uma (ou vive anos planjando) reviravolta na vida em busca da realização dos sonhos e dos desejos que parecem ser maior que a gente e…

…Mas não posso ir muito a fundo, pra não estragar a história pra quem não leu ainda. Se vocês lerem e quiserem discutir, me avisem, abrirei um post em separado para termos uma conversa à parte.

E pra acabar, quantas estrelas leva o livro? 5 de 5, claro!

Claro! O livro é forte, com uma mensagem profunda e recomendo todos a lerem e tirarem suas conclusões.

P.S.: Coloquei uma listinha dos próximos relatórios que vocês devem ver aqui na minha fila de posts com os livros que li e ainda não comentei. O livro que está na beira da cama agora? O símbolo perdido (Dan Brown). Tô gostando, mas está me enjoando um pouco, mas uma vez que se começa Dan Brown, é díficil de parar sem terminar hein? /:)

0 clique(s)

Terra Brazilis II

Bom o que eu não contei ainda?

Ah! Esqueci de falar que Mr. W levou a maior sorte e foi pro Brazuca de Classe Executiva! Segundo andar, assento-que-vira-cama, comidinha chique, pacote completo. Depois que ele despachou as malas (o check-in foi feito online) e já estava indo para o portão de embarque, o pessoal da BA o chamou pelo auto-falante e ofereceu se ele trocaria a passagem Economia-plus pela Executiva, e ele nem bobo nem nada claro que aceitou né, chegou no Brasil descansadão %%-
Também não falei que teve almocinho gostosinho com a minha ex-chefe L. , da época que eu dava treinamento. Mas somos amigas agora, e foi uma delícia vê-la de novo, depois de quase 4 anos! Papeamos muito, no Viena do Center Norte. Foi meio decepcionante, eu lembro deles melhorzinhos na qualidade da comida, mas mesmo assim valeu a pena.

A última semana foi passada a programinhas básicos, teve aniversário da Giovana na terça-feira, e eu e minha mãe a levamos para ver Rio (opinião completa depois, mas posso dizer que foi ótimo, ela a-m-o-u) , comprei um balão Hélio de Princesa pra ela (paguei a bagatela que só Madrinha que mora longe tem coragem de pagar, mas ela merece!) e depois pegamos lanchinho do macdonalds e todos os brinquedos do Rio de brinde pra ela brincar. Mr. W se admirou, concordando comigo, de como o McD é mais gostoso no Brasil!

Nessa terça foi o dia que Mr. W torceu as costas, então quarta e quinta foram meio de molho (por isso que ele não foi no cinema com a gente também). Mas quarta fomos encontrar minha amiga mais antiga, a C. A conheço desde os 9 anos de idade, e é sempre uma delícia passar um tempo com ela. Ela e o marido dela são uns fofos e nos levaram no Bar Dona Onça ali no Centro de São Paulo. Foi bem gostosinho e quero ver se volto lá com a trupe para o aniversário do meu pai em Dezembro =P~ Depois da jantinha teve passeio guiado (por eles, rs) pelo Centro de Sampa, incluindo a Liberdade e Parque do Ibirapuera.

Depois disso, os planos foram ir no Shopping D (que Mr. W não tinha ido ainda), onde compramos umas coisinhas pra trazer de presente, e Giovana ficou brincando no parquinho que eles têm lá. Era para termos ido na minha irmã jantar, mas o Levi teve conjuvite :( E não pudemos dar um abração neles de tchau. Mas logo logo estaremos dando o abração de Oi-de-novo :)

Daí teve a festinha oficial da Gigi no Sábado, onde vi minha prima e minha tia fófis de novo, e passamos mais tempos juntos. Eu tinha ido pro Brasil pra participar da festinha de Gi (eu não tinha ido em nenhuma ainda) e foi uma delícia participar de 3! =D

Agora às fotos que fiquei devendo no post anterior :)

Teve pezinho molhado e pernocas branquelas no H2O do Guarujá
Teve admirar o marzão do mirante de concreto
Teve (ou tiveram?) os barquinhos dos pescadores
E teve o pescador solitário
Teve sentar na cadeirinha de praia e ouvir o mar fazer WHOOSH

Teve dia nublado, com paisagem esplêndida da janela
Teve menininho nos lembrando como é fácil ser entretido
Teve visita a sala de troféus da Vila Belmiro
Teve visita ao estádio da Vila Belmiro
E uma foto por cima do muro do estádio que sem querer deu certo
Teve despedida da praia
Teve comemoração da Páscoa
Teve processão
E teve nós participando das últimas paradas
Teve chocolate derretido no porta-mala do carro a caminho de Bragança Pta
E teve volta a Sampa, e flores no caminho pra hidroginástica
E no caminho também tinha Jaqueira
Teve festinha pra Gigi em casa
Teve eu e minha mãe fazendo lembrancinha pra festa de aniversário da Gigi na escolinha
Teve Churros no Bar da Dona Onça
Teve o Impostômetro, mostrando quanto o povo brasileiro já deu de impostos pro governo esse ano

Teve a boneca que quase não tiramos foto, por esquecimento, mas agora está garantida que esquecida não será

Teve a foto que foi a Gigi quem tirou
Teve mais lembrancinhas, pro aniversário do final de semana
Teve tema princesa, do jeitinho que Gigi quis

Teve Cupcake de cenoura com recheio de doce de leite
E teve fim de festa...

E foi gostinho de fim de festa mesmo. No dia seguinte, quando voltei pra minha outra casa. Domingo chegou e debaixo de chuva fortíssima voltamos pra Terra da Rainha e de Princesa Kate. Dessa vez foi sem choro, apesar do aperto no coração que veio de mansinho no avião. Mr. W – como sempre – me acalmou. O vôo foi bacana, assisti o Discurso do Rei Megamind e True Grit. Assisti mais uns seriados e continuei lendo Digital Fortress.

Cheguei em casa ainda com o vazio no peito que só quem escolhe dois lugares do mundo pra chamar de casa sabe o que é. Aquele silêncio depois da barulhada de Gigi e da família Buscapé que é difícil de acostumar de novo.

Agora já voltamos à rotina, mas as malas nos esperam ainda para serem desfeitas. Acho que prolongamos o feito, porque parece que assim não faz tempo que deixamos tantas pessoas amadas lá do outro lado do Oceano. Mas logo logo estamos de volta, e até lá vamos procurar bastante coisa boa pra fazer e história bacana pra contar! E começando a campanha pros meus pais virem visitar a caverna nova né?!

0 clique(s)