Veneza

Relato de como foi a viagem está aqui, com fotos e tudo mais 8->

Aqui fica o registro de onde passamos!

Modo de transporte: Do aeroporto até Veneza, usamos o Vaporetto, que proporciona lindas paisagens e a viagem de quase duas horas passa rapidinho. Só ficamos na ilha mesmo – e mesmo assim não deu tempo de fazer tudo – então o outro modo de transporte foi os nossos pés mesmo. Andamos muito, todos os dias. Então coloque na mala o par de tênis mais confortável que você tiver.

Hotel: Ficamos no Hotel Splendid. fica no coração de Venice e é excelente pra aquelas caminhadas de noite depois do jantar (famoso ‘pra fazer a digestão’) e para já estar ali no começo do dia e ir para os outros pontos turísticos. Mas outra opção, que amigas minhas fizeram, seria ficar em hotéis em Verona, e pegar o trem até Venice todos os dias, é rápido e barato. E se você está vindo do Brasil, poderá ver duas cidades ao invés de uma só e aproveitar a viagem.

Restaurantes: Veneza tem muita armadilha pra turista, principalmente ali no bolinho de gente ao redor da praça São Marco. Mas se você andar um pouquinho, vai sim achar restaurantes gostosos e a preços acessíveis para experimentar a cozinha deliciosa veneziana. Fomos no Rosticcerie Gislon e na Trattoria da Fiore e foram ótimos! No primeiro dia, por causa da fome e do cansaço, caímos na armadilha do lanchinho e acabamos pagando 10 Euros por um lanche e uma Coca, e no último dia não teve como escapar de uma fatia de pizza e lanche na praça São Marco porque me enrolei com os horários, mas dessa vez comemos mais por menos, pagamos ‘só’ 8,50. Se alguém tiver interessado o lugar é na lateral da Praça São marco, do lado de uma loja de Vidros Murano e a mocinha serve os clientes do balcão que é de frente pra calçada e as cadeiras ficam no fundo do lugar. Sorvetes, fomos em 4 lugares diferentes e todos os sorvetes eram saborosos, cremosos e não tão caros.

Lugares Turísticos: Em todos os lugares que consultávamos, tínhamos a dica de não seguir muitos roteiros, mas de se perder em Veneza. E eu reitero essa dica. Veneza é linda na parte turística, mas indo pra dentro das ruazinhas, pra onde as pessoas moram e trabalham, a beleza é ainda mais exponencial. Saindo do tumulto turístico, o espaço se abre, a luz reflete e a calma adiciona ainda mais pra esse lugar que já é romântico, belo e inspirado. Mas também recomendo comprar o Chorus Pass pra Veneza  ele vem com o melhor mapa possível (mapa em Veneza é impossível de seguir, o que é parte da diversão do passeio) e serviu como um empurrão pra gente sair do meinho da Ilha e irmos explorarmos outros cantos. As Igrejas que visitamos eram todas lindas, únicas e peculiares e é sempre fornecido um folheto explicando a história, arquitetura e fatos sobre as mesmas. O preço de 10 Euros se paga depois de visitar 3 Igrejas :) Passamos em frente de quase todas as igrejas (exceto as que eram muito longe) mas entramos nas:

Santa Maria del Miracoli – – considerada pelo livro a igreja mais Fotogênica e é linda mesmo, por dentro e por fora. A claridade e pureza dentro da Igreja e a história de que foram doações que contruíram essa Igreja fizeram com que essa fôsse a minha preferida.

San Giovanni Elemosinario – O mais interessante da Igreja é que hoje em dia ela esta meio que ‘enterrada’ no meio das casas e lojas, e se você bobear nem percebe que a Igreja está ali.

San Giacomo dall’Orio –  Charmosa por fora e Gótica por dentro foi a Igreja Preferida de Mr. W por ser diferente, ter um ar de mistério e uma disposição diferente das demais.

San Stae – Igreja bem parecida com o estilo de Miracoli, mas o fato de estar bem na bordinha do Canal faz ser ainda mais charmosa.

Santa Maria Formosa – a Igreja em si não tem muita coisa de espetacular, mas a praça em frente é fofa e fica perto das lojas de máscaras autênticas. Também fica ali um sebo de livros que se auto entitula a ‘loja de livros mais linda do mundo‘ e realmente é uma graça, com livros espalhados pra todos os lados, é impossível achar o que se procura e você acaba comprando o que tá por cima mesmo. mr. W pegou um guia de viagens de 18xx (não lembro exatamente) e eu peguei uma edição da Times de 1992, contendo 25 anos de manchetes.

Também fomos na Igreja de San Ziulian que ficava do ladinho do hotel.

Fizemos as duas visitas que o livro dizia ser indispensável:

Visitamos a Basílica de San Marco, que me decepcionou um pouco, devido ao estado deteriorado de seu interior. Estava suja, com anos de oeira acumulados e precisando de uma boa restauração. A entrada lá é de graça, a fila é grande pra entrar, mas no dia da chuva, pegamos só 20 minutos esperando. Pagamos 2 Euros pra ver a pala d’oro, onde está o corpo de São Marco e tem um painel magnífico de ouro e pedras preciosas. Pagamos 4 Euros pra subirmos na Varanda da Igreja e valeu a pena. Vimos a cidade de cima, os cavalos de São Marco (fora da Basílica ficam as réplicas, os originais ficam dentro da Igreja) e um mini-museu com materiais que foram salvos de restaurações passadas.

E fomos no Palazzo Ducale, que é de tirar o fôlego. O ticket de 12 Euros vale a pena, até porque inclui outros museus da área (que não deu tempo de visitar). O palácio era usado como prédio do governo quando Veneza era um território independente e tem toda pompa e circunstância para tanto. As salas são enormes, todas as paredes têm bancos para acomodar residentes, funcionários e visitantes,e até prisão tem no porão. O que mais me chamou a atenção foi a Ponte dos Suspiros que era a última passagem com a paisagem do céu e a visão de Veneza dos prisioneiros antes de entrarem em suas celas. Também tem a sala de registros, que é onde o registro dos Aristocratas ficavam comprovando seus status, e onde eram checados se os casamentos poderiam acontecer, já que aristocratas e plebe não podiam se misturar.

De resto andamos muito, fomos na Ponte Rialto (não tem como querer andar e não passar por lá) e outra ponte muito bacana é a Ponte Dell’academia.

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